33. A raposa e a cobra
maria celeste consolin dezotti / e-Science
- Created on 2024-01-25 21:39:39
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Chambry 33.1 Ἀλώπηξ καὶ δράκων
Ἑλληνική Transliterate
Português
urn:cts:greekLit:tlg0096.tlg002.opp-grc3:33.1
[ Συκέα παρʼ ὁδὸν ἦν . ] Ἀλώπηξ [ δὲ ] θεασαμένη δράκοντα κοιμώμενον ἐζήλωσεν αὐτοῦ τὸ μῆκος • βουλομένη δὲ αὐτῷ ἐξισωθῆναι παραναπεσοῦσα ἐπειρᾶτο ἑαυτὴν ἐκτείνειν , μέχρις οὗ ὑπερβιαζομένη ἔλαθε ῥαγεῖσα .
Τοῦτο πάσχουσιν οἱ τοῖς κρείττοσιν ἀνθαμιλλώμενοι • θᾶττον γὰρ αὐτοὶ διαρρήγνυνται ἢ ἐκείνων ἐφικέσθαι δύνανται .
Τοῦτο πάσχουσιν οἱ τοῖς κρείττοσιν ἀνθαμιλλώμενοι • θᾶττον γὰρ αὐτοὶ διαρρήγνυνται ἢ ἐκείνων ἐφικέσθαι δύνανται .
[
Havia
uma
figueira
à
beira
de
um
caminho
.
]
Então
uma
raposa
,
ao
avistar
uma
cobra
dormindo
,
sentiu
inveja
do
tamanho
dela
;
desejando
então
igualar-se
a
ela
,
deitou-se
ao
lado
e
foi
tentando
se
esticar
até
que
,
passando
dos
limites
,
sem
se
dar
conta
arrebentou-se
.
Isso padecem os que se indispõem contra os superiores ; eles próprios se arrebentam bem antes de conseguir atingi- los .
Isso padecem os que se indispõem contra os superiores ; eles próprios se arrebentam bem antes de conseguir atingi- los .