47. O homem covarde e os corvos
maria celeste consolin dezotti / e-Science
- Created on 2024-06-10 15:23:26
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Chambry 47.1 Ἀνὴρ δειλὸς καὶ κόρακες
Ἑλληνική Transliterate
Português
cts.perseids.org/read/greekLit/tlg0096/tlg002/opp-grc3/47.1
Ἀνὴρ δειλὸς ἐπὶ πόλεμον ἐξῄει . Φθεγξαμένων δὲ κοράκων , τὰ ὅπλα θεὶς ἡσύχαζεν , εἶτ ' ἀναλαβὼν αὖθις ἐξῄει , καὶ φθεγγομένων πάλιν , ὑπέστη καὶ τέλος εἶπεν• " Ὑμεὶς κεκράξεσθε μὲν ὡς δύνασθε μέγιστον• ἐμοῦ δὲ οὐ γεύσεσθε . "
Ὁ μῦθος περὶ τῶν σφόδρα δειλῶν .
Ὁ μῦθος περὶ τῶν σφόδρα δειλῶν .
Estava
um
homem
covarde
saindo
para
a
guerra
,
quando
corvos
começaram
a
gritar
.
Ele
,
então
,
pôs
as
armas
no
chão
e
permaneceu
quieto
.
Em
seguida
pegou
as
armas
e
de
novo
ia
partindo
,
quando
começaram
a
gritar
novamente
.
Aí
ele
parou
e
,
por
fim
,
disse
:
"
Vocês
fiquem
gritando
o
mais
que
puderem
,
mas
a
mim
é
que
não
vão
saborear
.
"
A fábula [ é contada ] a respeito dos covardes demais .
A fábula [ é contada ] a respeito dos covardes demais .